Stories in a box

pode ser sonho, loucura ou impulsividade, chame como quiser, mas escrevendo eu te digo como me sinto.


stories in a box, uma fuga.
”Começo a abrir essas aspas e a pensar em como é difícil escrever sobre você, quando nunca é. Escrever sobre o que eu sinto, ou sobre sentimentos em relação a outras pessoas não é problema pra mim e nunca exigiu muito de racionalidade. A questão é que nada é racional quando se trata de você. E chega a ser complicado colocar pra fora como você me deixa. O jeito que você me segura, ou o modo como você me olha, é tão único e tão vago. E eu penso se um dia, toda essa falta de noção, falta de quem sabe até consideração e falta de apego, vai dar em algo. E eu nem sei se eu quero que dê. Só tá confuso, por dentro, por fora, de noite, acordada. Aprendi que ninguém muda pelo outro e que a última coisa que eu tenho que tentar, é te mudar. Coisas assim, só acontecem em filmes, do estilo um amor pra recordar. Nunca quis uma história assim, flores, declarações. Mensagens dando notícia já bastam e essas muitas horas sem notícias tuas, minhas e nossas, me frustram. Nesse tempo que já nem sei, porque desisti de contar, de tentar entender e matematizar, você sim me deu sorrisos, risadas e arrepios. Muitos arrepios. Talvez, falte algo que eu sei que não vamos ter, talvez nunca conseguiremos falar sobre futebol, a notícia do dia, ou aquela matéria da faculdade. Talvez, nossos assuntos sejam restritos e você não me leve pra jantar e pague a conta. Eu nunca exigiria isso de você, ou de ninguém. O que me incomoda, me tira o sono e me faz pensar é sobre o que nós somos. Nada, então? Ou, na sua cabeça, somos alguma coisa? Como devo agir do seu lado? Não posso pegar na sua mão, brincar com você… não quero que machuque, não quero que seja irracional e impulsivo como tem sido. Não encontro uma solução e não espero que você resolva tudo, só arruma essa bagunça. Limpa suas gavetas, arruma as caixas pra mudança e faz uma lista de prioridades. Quero que você saiba, que não vai estar no topo da minha, enquanto eu não estiver no topo da sua.” (F.S)

”Começo a abrir essas aspas e a pensar em como é difícil escrever sobre você, quando nunca é. Escrever sobre o que eu sinto, ou sobre sentimentos em relação a outras pessoas não é problema pra mim e nunca exigiu muito de racionalidade. A questão é que nada é racional quando se trata de você. E chega a ser complicado colocar pra fora como você me deixa. O jeito que você me segura, ou o modo como você me olha, é tão único e tão vago. E eu penso se um dia, toda essa falta de noção, falta de quem sabe até consideração e falta de apego, vai dar em algo. E eu nem sei se eu quero que dê. Só tá confuso, por dentro, por fora, de noite, acordada. Aprendi que ninguém muda pelo outro e que a última coisa que eu tenho que tentar, é te mudar. Coisas assim, só acontecem em filmes, do estilo um amor pra recordar. Nunca quis uma história assim, flores, declarações. Mensagens dando notícia já bastam e essas muitas horas sem notícias tuas, minhas e nossas, me frustram. Nesse tempo que já nem sei, porque desisti de contar, de tentar entender e matematizar, você sim me deu sorrisos, risadas e arrepios. Muitos arrepios. Talvez, falte algo que eu sei que não vamos ter, talvez nunca conseguiremos falar sobre futebol, a notícia do dia, ou aquela matéria da faculdade. Talvez, nossos assuntos sejam restritos e você não me leve pra jantar e pague a conta. Eu nunca exigiria isso de você, ou de ninguém. O que me incomoda, me tira o sono e me faz pensar é sobre o que nós somos. Nada, então? Ou, na sua cabeça, somos alguma coisa? Como devo agir do seu lado? Não posso pegar na sua mão, brincar com você… não quero que machuque, não quero que seja irracional e impulsivo como tem sido. Não encontro uma solução e não espero que você resolva tudo, só arruma essa bagunça. Limpa suas gavetas, arruma as caixas pra mudança e faz uma lista de prioridades. Quero que você saiba, que não vai estar no topo da minha, enquanto eu não estiver no topo da sua.” (F.S)

”Sibilava letras de músicas decoradas e fechava os olhos. Mas não conseguia mantê-los assim por muito tempo. Tempo? Parecia tudo tão rápido e num ritmo que suas pernas já não acompanhavam e entre ruas, esquinas, passos e pulos, tropeçava. Por não saber pra onde queria ir, se perdia. Em fotos, em textos, em livros, em romances que se tornavam lembranças distantes. Se tornara uma vítima de seus próprios pensamentos. E eram tantas coisas que ela queria abraçar que simplesmente não cabiam no espaço de um abraço. E eram tantos sentimentos que ela queria expressar e que em palavras não conseguia. E eram tantos sorrisos que ela imaginava em sonhos, mas que no meio da noite, perdiam sentido. Não podia dizer que faltava algo, porque no fundo, nada é completo. Sempre faltaria algo, não superficial, mas quem sabe espiritual, ou interno. Será que era medo de falhar ou só falta de coragem de tentar? Por trás do moletom azul, do cabelo milimetricamente penteado e do rímel preto, dentro e lá no fundo ela só pensava no quanto inconstante o turbilhão de sensações era. E o quanto queria mudar e crescer, e finalmente… ser. Quem? Alguém que ela não reconhecia mais e que agora, depois de tudo e ao mesmo tempo, nada, ela buscava reencontrar e entender. Se entender, se permitir. Se permitir sentir. De novo, e tudo de novo, o novo.” (F.S)

”Sibilava letras de músicas decoradas e fechava os olhos. Mas não conseguia mantê-los assim por muito tempo. Tempo? Parecia tudo tão rápido e num ritmo que suas pernas já não acompanhavam e entre ruas, esquinas, passos e pulos, tropeçava. Por não saber pra onde queria ir, se perdia. Em fotos, em textos, em livros, em romances que se tornavam lembranças distantes. Se tornara uma vítima de seus próprios pensamentos. E eram tantas coisas que ela queria abraçar que simplesmente não cabiam no espaço de um abraço. E eram tantos sentimentos que ela queria expressar e que em palavras não conseguia. E eram tantos sorrisos que ela imaginava em sonhos, mas que no meio da noite, perdiam sentido. Não podia dizer que faltava algo, porque no fundo, nada é completo. Sempre faltaria algo, não superficial, mas quem sabe espiritual, ou interno. Será que era medo de falhar ou só falta de coragem de tentar? Por trás do moletom azul, do cabelo milimetricamente penteado e do rímel preto, dentro e lá no fundo ela só pensava no quanto inconstante o turbilhão de sensações era. E o quanto queria mudar e crescer, e finalmente… ser. Quem? Alguém que ela não reconhecia mais e que agora, depois de tudo e ao mesmo tempo, nada, ela buscava reencontrar e entender. Se entender, se permitir. Se permitir sentir. De novo, e tudo de novo, o novo.” (F.S)

And i don’t know why i have this weird feeling of being afraid to lose you if you’re not even close to being mine. 

”Lá vou eu e minha mania de escrever textos. Lá vou eu dizer o quanto eu já adoro brincar de mãos dadas com você e mexer no seu cabelo. E aí eu completo dizendo que é incrível o seu abraço, que seu jeito de falar comigo não podia ser melhor, que sua risada completa a minha e que seus olhos me olham como se não tivessem nada a dizer. E será que eu, enfim, tenho? Talvez eu tenha tanta coisa em tão pouco tempo. E você nem sabe. E nem imagina. Que mesmo assim, de repente, mesmo sem sua autorização, eu fico sonhando com mil coisas. E planejando cenas, escrevendo mentalmente diálogos. Eu olho lugares, observo paisagens, escuto músicas e você está em todo lugar. Mesmo não estando, mesmo longe. Ai, odeio me conhecer tanto e suspeitar de mim mesma. Finjo que é tudo bobagem e que esse sentimento (será que é tanto assim, já?) não existe. Eu ignoro as palpitações e os sorrisos que eu dou só de te ver de longe. Mudo de lado o travesseiro, mudo a posição, tudo pra não sonhar com você. Desligo a música, abro um livro. Que não seja de romance, pego um texto chato, porque é tudo o seu oposto. Eu tento me enganar, porque sei que criar expectativas não dá certo, que planejar é o contrário de perfeito, que aliás, perfeição não existe. Eu só quero que continue desse jeito, e que você entenda que por trás dessa máscara que eu criei, eu sinto. E não dói. É bom. Queria que você soubesse, que essa coisa toda, essa loucura, essas conversas sem horário, você sem medidas. Era tudo que eu precisava. Essa semana li uma frase e sabe, você foi a primeira pessoa em que eu pensei. Era mais ou menos assim: Apaixone-se por alguém não porque ela te dá tudo que você precisa. Apaixone-se porque ela te dá sentimentos que você não sabia que precisava. E é só isso, eram coisas que eu nem sabia que queria sentir, e você veio e fez a mágica. E me hipnotizou. E me odeio por já estar assim. Mas nada me muda, nada faz com que eu seja menos intensa. E se é pra ser com você, de uma forma ou de outra, do jeito que você quer ou do jeito que eu prefiro, então que seja… só seja.” (F.S)

”Lá vou eu e minha mania de escrever textos. Lá vou eu dizer o quanto eu já adoro brincar de mãos dadas com você e mexer no seu cabelo. E aí eu completo dizendo que é incrível o seu abraço, que seu jeito de falar comigo não podia ser melhor, que sua risada completa a minha e que seus olhos me olham como se não tivessem nada a dizer. E será que eu, enfim, tenho? Talvez eu tenha tanta coisa em tão pouco tempo. E você nem sabe. E nem imagina. Que mesmo assim, de repente, mesmo sem sua autorização, eu fico sonhando com mil coisas. E planejando cenas, escrevendo mentalmente diálogos. Eu olho lugares, observo paisagens, escuto músicas e você está em todo lugar. Mesmo não estando, mesmo longe. Ai, odeio me conhecer tanto e suspeitar de mim mesma. Finjo que é tudo bobagem e que esse sentimento (será que é tanto assim, já?) não existe. Eu ignoro as palpitações e os sorrisos que eu dou só de te ver de longe. Mudo de lado o travesseiro, mudo a posição, tudo pra não sonhar com você. Desligo a música, abro um livro. Que não seja de romance, pego um texto chato, porque é tudo o seu oposto. Eu tento me enganar, porque sei que criar expectativas não dá certo, que planejar é o contrário de perfeito, que aliás, perfeição não existe. Eu só quero que continue desse jeito, e que você entenda que por trás dessa máscara que eu criei, eu sinto. E não dói. É bom. Queria que você soubesse, que essa coisa toda, essa loucura, essas conversas sem horário, você sem medidas. Era tudo que eu precisava. Essa semana li uma frase e sabe, você foi a primeira pessoa em que eu pensei. Era mais ou menos assim: Apaixone-se por alguém não porque ela te dá tudo que você precisa. Apaixone-se porque ela te dá sentimentos que você não sabia que precisava. E é só isso, eram coisas que eu nem sabia que queria sentir, e você veio e fez a mágica. E me hipnotizou. E me odeio por já estar assim. Mas nada me muda, nada faz com que eu seja menos intensa. E se é pra ser com você, de uma forma ou de outra, do jeito que você quer ou do jeito que eu prefiro, então que seja… só seja.” (F.S)